sexta-feira, 24 de março de 2017


















Historiador e Professor José Maria.



PLANO DE ENSINO- 2017

Componente Curricular: História
Série/Ano: 1º                      Classe/ Turma: A
Turno: Manhã
Professor:José Maria de Oliveira Junior
O instrumento abaixo tem por objetivo principal fornecer um panorama claro e objetivo do trabalho a ser realizado nesse período do calendário escolar servindo, dessa forma, como norteador das ações didático pedagógicas propostas para a série/ano/turma para as quais ministra aulas. 
Consideremos a definição de Planejamento: Elaboração de plano; programação; organização prévia (HOUAISS, 2010, p. 604).
Tendo em vista tais definições e nossa experiência educacional, ressaltamos que o Planejamento deve promover uma reflexão acerca dos objetivos, metas e ações propostas para o ano letivo, bem como, oportunizar espaços de avaliação efetiva sobre os resultados obtidos – avanços e dificuldades – de modo a favorecer a discussão de novas propostas de ação, a partir das necessidades diagnosticas no inicio do trabalho com a turma, sempre com vistas à retomada bimestre a bimestre e de modo a garantir processos de recuperação contínua e paralela aos alunos.  Este documento deverá ser anexado ao Diário de Classe e uma cópia deverá ser disponibilizada ao Coordenador.

OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA DE ACORDO COM O CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Na 1a serie do Ensino Médio iniciaremos nosso trabalho com a Pré-história, que foi objeto de diferentes abordagens ao longo do século XX. A partir da década de 1970, sobretudo, novos estudos interdisciplinares enriqueceram esse campo de analise. Anteriormente entendida como estudo das sociedades inferiores, por não terem desenvolvido sistemas de escrita, essa concepção de Pré-história foi muito criticada com o avanço das pesquisas na área,principalmente pelo fato de levar a preconceituosa hierarquização de grupos sociais – pré-históricos e históricos –, a partir do desenvolvimento da escrita. Concebida, tradicionalmente, como um marco entre sociedades desenvolvidas e não desenvolvidas, civilizadas e não civilizadas, a escrita não mais tem sido percebida desta maneira. A critica a esse modelo analítico, em beneficio de compreensões mais plurais e inclusivas das experiências humanas, tem historia. Fazer chegar aos alunos alguns resultados desses estudos e contrasta-los com as interpretações mais tradicionais – presentes, inclusive, no conhecimento de que, de antemão, dispõem a respeito do tema – consiste em uma etapa importante de sua formação.
A convicção de que a historia tem inicio com a “invenção” da escrita e de que a Pré-história corresponderia ao período que a ela antecede esta baseada na ideia de que só são documentos históricos os escritos, entendidos como marcos que assinalariam a passagem do estagio de barbárie para as sociedades civilizadas.
Em outras palavras, isso significa que a humanidade teria evoluído em estados sucessórios, de sociedades mais simples (sem escrita) para sociedades mais complexas (com escrita), e são essas as referencias que ainda aparecem em diferentes produções didáticas que as Situações de aprendizagem tentam desmistificar. Em relação ao Oriente Próximo, duas questões preocupam os pesquisadores: Qual o limite de suas fronteiras? Oriente Próximo e Oriente Médio são a mesma coisa? No que se refere a Antiguidade, essas imprecisões quase não se aplicam. Por Oriente Próximo Antigo se entende, geralmente, o conjunto de civilizações formado pelos povos egípcios,
mesopotâmicos, hebreus, fenícios e persas. A terminologia e utilizada de forma corrente por estudiosos do mundo antigo e da Arqueologia oriental, os quais tambem se referem a esses povos como civilizações do Crescente Fértil ou hidráulicas.
As sociedades do Oriente Próximo Antigo, com frequência, são analisadas tendo por base estudos generalizantes, assentados em homogeneizações de experiências históricas caracterizadas, entre outros fatores, pela localização geográfica dos povos que as compõem. Sobre isso, e importante lembrar que, embora tenham experimentado vivencias semelhantes, esses povos tambem apresentaram. Diferentes peculiaridades. Esse pressuposto também auxilia uma melhor compreensão das sociedades que, atualmente, existem no denominado Oriente Médio. Representada na grande mídia como região violenta e habitada por fanáticos fundamentalistas, essa pressuposição não atenta para a diversidade e pluralidade das culturas e dos modos de vida da região. No passado ou no presente, a história dos povos dessa região carece de maior problematização.




1º. BIMESTRE
CONTEÚDOS:
Situação de aprendizagem 1: Problematizando a Pré-História
Situação de aprendizagem 2: As fontes do conhecimento sobre a Pré-História
Situação de aprendizagem 3: A Pré-História sul-americana, brasileira e regional
Situação de aprendizagem 4: O Oriente Próximo e o surgimento das primeiras cidades
Situação de aprendizagem 5: Egito e Mesopotâmia

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
Situação de aprendizagem 1: Reconhecimento da diversidade dos processos históricos e das experiências humanas. Objetivos questionar a visão de Pré-história como período da barbárie humana – rompido com o advento da escrita, caracterizar os períodos pré-históricos discutir vertentes sobre a origem da vida e o povoamento da Terra.
Situação de aprendizagem 2: Compreender as diversidades geocronológicas das produções culturais. Considerando-se a grande distancia temporal entre a nossa época e a Pré-história, propõe-se a investigação sobre as fontes históricas disponíveis para o estudo do período em questão e as hipóteses e teorias relativas a ele.
Situação de aprendizagem 3: Compreender as diversidades geocronológicas das produções culturais e valorização da cultura indígena. Desenvolver os estudos de Pré-história ligados ou estabelecidos como parte da historia indígena no Brasil pode contribuir para a valorização das diferentes culturas indígenas e permitir aos alunos relacionarem diferentes experiências no tempo.
Situação de aprendizagem 4: Reconhecer a diversidade dos processos históricos e das experiências humanas. Ligar e associar a transição da Pré-história para os primeiros núcleos urbanos/cidades e um fator de dificuldade da intelecção de ambos os conteúdos por parte dos alunos
Situação de aprendizagem 5: Capacidade de interpretação, associação e identificação. Analisar as formas e praticas agrícolas, hidráulicas, governamentais, de gestão do trabalho e o desenvolvimento de sistemas de escrita caracterizam os povos do Oriente Próximo, sobretudo egípcios e mesopotâmicos.

ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem). Incluir neste campo, as possibilidades de visitas e/ou passeios previstos que estejam contemplados no currículo.
Situação de aprendizagem 1:
Situação de aprendizagem 2:
Situação de aprendizagem 3:
Situação de aprendizagem 4:
Situação de aprendizagem 5:
AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para o bimestre e os instrumentos a serem utilizados).
RECUPERAÇÃO CONTÍNUA E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados para a recuperação de Habilidades).

2º. BIMESTRE
CONTEÚDOS:
Situação de aprendizagem 6: Hebreus, fenícios e persas
Situação de aprendizagem 7: Os primeiros tempos da democracia grega e o regime democrático ateniense na época clássica.
Situação de aprendizagem 8: Os limites da democracia grega: mulheres, escravos e estrangeiros – os excluídos do regime democrático.
Situação de aprendizagem 9: Democracia e escravidão no mundo antigo e no mundo contemporâneo.
Situação de aprendizagem 10: O Império de Alexandre e a fusão cultural entre Oriente e Ocidente.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
Situação de aprendizagem 6: Identificação, associação e capacidade de interpretação. Estudo dos povos hidráulicos para aquele do mundo clássico (Grécia e Roma). As fontes escritas sobre esses três povos são encontradas, principalmente, na Bíblia e em obras de autores greco-romanos. Contudo, a Arqueologia tem contribuído de modo significativo para a ampliação desse conhecimento.
Situação de aprendizagem 7: Reconhecimento do processo histórico que caracterizou a constituição das praticas e do pensamento democrático grego; analise de mapas – Grécia Antiga e mapa-múndi; análise de textos conceituais; formulação de conceitos.
Situação de aprendizagem 8: Reconhecer a exclusão social como limite da democracia ateniense. Caracterização da cidadania clássica na Grécia Antiga. Insistimos, em diferentes momentos, na exclusão de segmentos sociais do regime democrático ateniense e tambem do regime aristocrático espartano.
Situação de aprendizagem 9: Reconhecimento da historicidade das interpretações históricas. Análise não hierarquizada entre os conhecimentos estudados em relação a democracia e a escravidão gregas, com aspectos relacionados a democracia e a escravidão em outros contextos, conferindo ênfase a figuração de mulheres, estrangeiros e escravos.
Situação de aprendizagem 10: Reconhecimento das interações e trocas culturais entre povos sem hierarquizações preconcebidas – cultura superior/cultura inferior. Tratar dos principais aspectos e resultados desse vasto processo de fusão histórico-cultural. Relacione alguns exemplos históricos, referindo resultados da relação (quase nunca pacifica, e verdade) entre culturas diferentes. Sugerimos exemplificar com o processo de colonização da America espanhola e portuguesa, o massacre e aculturamento dos povos indígenas então aqui existentes.

ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)
Situação de aprendizagem 1:
Situação de aprendizagem 2:
Situação de aprendizagem 3:
Situação de aprendizagem 4:
Situação de aprendizagem 5:
AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)

RECUPERAÇÃO CONTÍNUA E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados para a recuperação de Habilidades)

3º. BIMESTRE
CONTEÚDOS:
Situação de aprendizagem 1:
Situação de aprendizagem 2:
Situação de aprendizagem 3:
Situação de aprendizagem 4:
Situação de aprendizagem 5:
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
Situação de aprendizagem 1:
Situação de aprendizagem 2:
Situação de aprendizagem 3:
Situação de aprendizagem 4:
Situação de aprendizagem 5:
ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)

AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)

RECUPERAÇÃO CONTÍNUA E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados para a recuperação de Habilidades)

4º. BIMESTRE
CONTEÚDOS:


COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:

ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)

AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)

RECUPERAÇÃO CONTÍNUA E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados para a recuperação de Habilidades)

PROJETOS DA DIRETORIA DE ENSINO E DA UNIDADE ESCOLAR: (Destacar as oportunidades de trabalho com os projetos inseridas no Currículo).
ü  Cidadania, memórias e tradições afrodescendentes;
ü  III Colóquio de Humanidades da Diretoria de Ensino de Franca;
ü  Projeto Filosofia em debate;
ü  Desenvolvimento Moral e Ético;
ü  Feira de Ciências;
ü  Educação Especial;
ü  Projeto de música: “Ronda da flauta doce”;
ü  Sala de leitura;
ü  Aluno Bom de bola, bom de escola (UE);
ü  Projeto “Basquete” (Parceria da UE com projeto do professor Fausto Gianecchini);
ü  Pastoral da Educação;
ü  Prevenção também se ensina;
ü  Preservação do meio ambiente.