Historiador e Professor José Maria.
PLANO
DE ENSINO- 2017
Componente Curricular: História
Série/Ano: 1º Classe/ Turma: A
Turno: Manhã
Professor:José Maria de Oliveira Junior
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O instrumento abaixo tem por
objetivo principal fornecer um panorama claro e objetivo do trabalho a ser
realizado nesse período do calendário escolar servindo, dessa forma, como
norteador das ações didático pedagógicas propostas para a série/ano/turma para
as quais ministra aulas.
Consideremos a definição de Planejamento: Elaboração de plano;
programação; organização prévia (HOUAISS, 2010, p. 604).
Tendo em vista tais definições e nossa experiência educacional,
ressaltamos que o Planejamento deve promover uma reflexão acerca dos
objetivos, metas e ações propostas para o ano letivo, bem como, oportunizar
espaços de avaliação efetiva sobre os resultados obtidos – avanços e
dificuldades – de modo a favorecer a discussão de novas propostas de ação, a
partir das necessidades diagnosticas no inicio do trabalho com a turma,
sempre com vistas à retomada bimestre a bimestre e de modo a garantir
processos de recuperação contínua e paralela aos alunos. Este
documento deverá ser anexado ao Diário de Classe e uma cópia deverá ser
disponibilizada ao Coordenador.
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA DE
ACORDO COM O CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Na 1a serie do Ensino Médio iniciaremos nosso trabalho
com a Pré-história, que foi objeto de diferentes abordagens ao longo do
século XX. A partir da década de 1970, sobretudo, novos estudos
interdisciplinares enriqueceram esse campo de analise. Anteriormente entendida
como estudo das sociedades inferiores, por não terem desenvolvido sistemas de
escrita, essa concepção de Pré-história foi muito criticada com o avanço das
pesquisas na área,principalmente pelo fato de levar a preconceituosa
hierarquização de grupos sociais – pré-históricos e históricos –, a partir do
desenvolvimento da escrita. Concebida, tradicionalmente, como um marco entre
sociedades desenvolvidas e não desenvolvidas, civilizadas e não civilizadas,
a escrita não mais tem sido percebida desta maneira. A critica a esse modelo
analítico, em beneficio de compreensões mais plurais e inclusivas das
experiências humanas, tem historia. Fazer chegar aos alunos alguns resultados
desses estudos e contrasta-los com as interpretações mais tradicionais – presentes,
inclusive, no conhecimento de que, de antemão, dispõem a respeito do tema –
consiste em uma etapa importante de sua formação.
A convicção de que a historia tem inicio com a
“invenção” da escrita e de que a Pré-história corresponderia ao período que a
ela antecede esta baseada na ideia de que só são documentos históricos os
escritos, entendidos como marcos que assinalariam a passagem do estagio de
barbárie para as sociedades civilizadas.
Em outras palavras, isso significa que a
humanidade teria evoluído em estados sucessórios, de sociedades mais simples
(sem escrita) para sociedades mais complexas (com escrita), e são essas as
referencias que ainda aparecem em diferentes produções didáticas que as
Situações de aprendizagem tentam desmistificar. Em relação ao Oriente
Próximo, duas questões preocupam os pesquisadores: Qual o limite de suas
fronteiras? Oriente Próximo e Oriente Médio são a mesma coisa? No que se
refere a Antiguidade, essas imprecisões quase não se aplicam. Por Oriente
Próximo Antigo se entende, geralmente, o conjunto de civilizações formado
pelos povos egípcios,
mesopotâmicos, hebreus, fenícios e persas. A
terminologia e utilizada de forma corrente por estudiosos do mundo antigo e
da Arqueologia oriental, os quais tambem se referem a esses povos como
civilizações do Crescente Fértil ou hidráulicas.
As sociedades do Oriente Próximo Antigo, com
frequência, são analisadas tendo por base estudos generalizantes, assentados
em homogeneizações de experiências históricas caracterizadas, entre outros fatores,
pela localização geográfica dos povos que as compõem. Sobre isso, e
importante lembrar que, embora tenham experimentado vivencias semelhantes,
esses povos tambem apresentaram. Diferentes peculiaridades. Esse pressuposto
também auxilia uma melhor compreensão das sociedades que, atualmente, existem
no denominado Oriente Médio. Representada na grande mídia como região
violenta e habitada por fanáticos fundamentalistas, essa pressuposição não
atenta para a diversidade e pluralidade das culturas e dos modos de vida da
região. No passado ou no presente, a história dos povos dessa região carece
de maior problematização.
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1º. BIMESTRE
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CONTEÚDOS:
Situação de
aprendizagem 1: Problematizando a Pré-História
Situação de
aprendizagem 2: As fontes do conhecimento sobre a Pré-História
Situação de
aprendizagem 3: A Pré-História sul-americana, brasileira e regional
Situação de
aprendizagem 4: O Oriente Próximo e o surgimento das primeiras cidades
Situação de
aprendizagem 5: Egito e Mesopotâmia
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COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES:
Situação
de aprendizagem 1: Reconhecimento da diversidade
dos processos históricos e das experiências humanas. Objetivos questionar a visão
de Pré-história como período da barbárie humana – rompido com o advento da
escrita, caracterizar os períodos pré-históricos discutir vertentes sobre a
origem da vida e o povoamento da Terra.
Situação de aprendizagem 2: Compreender as diversidades geocronológicas das
produções culturais. Considerando-se a grande distancia temporal entre a
nossa época e a Pré-história, propõe-se a investigação sobre as fontes
históricas disponíveis para o estudo do período em questão e as hipóteses e
teorias relativas a ele.
Situação
de aprendizagem 3: Compreender as diversidades
geocronológicas das produções culturais e valorização da cultura indígena.
Desenvolver os estudos de Pré-história ligados ou estabelecidos como parte da
historia indígena no Brasil pode contribuir para a valorização das diferentes
culturas indígenas e permitir aos alunos relacionarem diferentes experiências
no tempo.
Situação
de aprendizagem 4: Reconhecer a diversidade dos
processos históricos e das experiências humanas. Ligar e associar a transição
da Pré-história para os primeiros núcleos urbanos/cidades e um fator de
dificuldade da intelecção de ambos os conteúdos por parte dos alunos
Situação
de aprendizagem 5: Capacidade de interpretação,
associação e identificação. Analisar as formas e praticas agrícolas,
hidráulicas, governamentais, de gestão do trabalho e o desenvolvimento de
sistemas de escrita caracterizam os povos do Oriente Próximo, sobretudo
egípcios e mesopotâmicos.
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ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências
Didáticas propostas no Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação
de Aprendizagem). Incluir neste campo, as possibilidades de visitas e/ou
passeios previstos que estejam contemplados no currículo.
Situação de
aprendizagem 1:
Situação de
aprendizagem 2:
Situação de
aprendizagem 3:
Situação de
aprendizagem 4:
Situação de
aprendizagem 5:
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AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para
o bimestre e os instrumentos a serem utilizados).
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RECUPERAÇÃO CONTÍNUA
E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados
para a recuperação de Habilidades).
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2º. BIMESTRE
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CONTEÚDOS:
Situação
de aprendizagem 6: Hebreus, fenícios e persas
Situação
de aprendizagem 7: Os primeiros tempos da
democracia grega e o regime democrático ateniense na época clássica.
Situação
de aprendizagem 8: Os limites da democracia
grega: mulheres, escravos e estrangeiros – os excluídos do regime democrático.
Situação de aprendizagem 9: Democracia e escravidão no mundo antigo e no
mundo contemporâneo.
Situação de aprendizagem 10: O Império de Alexandre e a fusão cultural entre Oriente
e Ocidente.
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COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES:
Situação
de aprendizagem 6: Identificação, associação e capacidade de
interpretação. Estudo dos povos hidráulicos para aquele do mundo clássico
(Grécia e Roma). As fontes escritas sobre esses três povos são encontradas,
principalmente, na Bíblia e em obras de autores greco-romanos. Contudo, a
Arqueologia tem contribuído de modo significativo para a ampliação desse
conhecimento.
Situação
de aprendizagem 7: Reconhecimento do processo histórico que
caracterizou a constituição das praticas e do pensamento democrático grego;
analise de mapas – Grécia Antiga e mapa-múndi; análise de textos conceituais;
formulação de conceitos.
Situação de aprendizagem 8: Reconhecer a exclusão social como limite da
democracia ateniense. Caracterização da cidadania clássica na Grécia Antiga.
Insistimos, em diferentes momentos, na exclusão de segmentos sociais do
regime democrático ateniense e tambem do regime aristocrático espartano.
Situação
de aprendizagem 9: Reconhecimento da
historicidade das interpretações históricas. Análise não hierarquizada entre
os conhecimentos estudados em relação a democracia e a escravidão gregas, com
aspectos relacionados a democracia e a escravidão em outros contextos,
conferindo ênfase a figuração de mulheres, estrangeiros e escravos.
Situação
de aprendizagem 10: Reconhecimento das interações
e trocas culturais entre povos sem hierarquizações preconcebidas – cultura
superior/cultura inferior. Tratar dos principais aspectos e resultados desse
vasto processo de fusão histórico-cultural. Relacione alguns exemplos
históricos, referindo resultados da relação (quase nunca pacifica, e verdade)
entre culturas diferentes. Sugerimos exemplificar com o processo de
colonização da America espanhola e portuguesa, o massacre e aculturamento dos
povos indígenas então aqui existentes.
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ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no
Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)
Situação de
aprendizagem 1:
Situação de
aprendizagem 2:
Situação de
aprendizagem 3:
Situação de
aprendizagem 4:
Situação de
aprendizagem 5:
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AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para
o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)
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RECUPERAÇÃO CONTÍNUA
E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados
para a recuperação de Habilidades)
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3º. BIMESTRE
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CONTEÚDOS:
Situação de
aprendizagem 1:
Situação de
aprendizagem 2:
Situação de
aprendizagem 3:
Situação de
aprendizagem 4:
Situação de
aprendizagem 5:
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COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES:
Situação de
aprendizagem 1:
Situação de
aprendizagem 2:
Situação de
aprendizagem 3:
Situação de
aprendizagem 4:
Situação de
aprendizagem 5:
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ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no
Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)
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AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para
o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)
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RECUPERAÇÃO CONTÍNUA
E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados
para a recuperação de Habilidades)
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4º. BIMESTRE
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CONTEÚDOS:
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COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES:
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ESTRATÉGIAS: (Destacar as Sequências Didáticas propostas no
Caderno do Professor – passo a passo – em cada Situação de Aprendizagem)
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AVALIAÇÃO: (Enfatizar os critérios de avaliação estabelecidos para
o bimestre e os instrumentos a serem utilizados)
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RECUPERAÇÃO CONTÍNUA
E PARALELA: (Enfatizar os instrumentos utilizados
para a recuperação de Habilidades)
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PROJETOS DA DIRETORIA DE ENSINO E
DA UNIDADE ESCOLAR: (Destacar
as oportunidades de trabalho com os projetos inseridas no Currículo).
ü Cidadania, memórias e tradições
afrodescendentes;
ü III Colóquio de Humanidades da
Diretoria de Ensino de Franca;
ü Projeto Filosofia em debate;
ü Desenvolvimento Moral e Ético;
ü Feira de Ciências;
ü Educação Especial;
ü Projeto de música: “Ronda da flauta
doce”;
ü Sala de leitura;
ü Aluno Bom de bola, bom de escola
(UE);
ü Projeto “Basquete” (Parceria da UE
com projeto do professor Fausto Gianecchini);
ü Pastoral da Educação;
ü Prevenção também se ensina;
ü Preservação do meio ambiente.
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