quinta-feira, 24 de setembro de 2015

NOME...................................................   Nº
PROVA DE HISTORIA com consulta no C.A. -  6º ANO   A   B  C  D -
1-"Quando pensamos na palavra tempo................. " continue o texto explicando os tipos de tempo que estudamos.
2-As fontes históricas são todos os instrumentos que o historiador, utiliza para estuda-la, Fales sobre os diferentes tipos de fontes históricas?
3-Os ............... são restos petrificados de plantas, animais ou seres humanos que viveram há milhares ou milhões de anos que conservaram suas características principais.... Um passo fundamental nesse estudo é a determinação da sua idade. Que é feito pelo........................ .
4-Para facilitar o estudo da História da humanidade, ela foi dividida em dois grandes períodos: a Pré-história e a História. é muito importante você estar atendo ao fato de que todos os povos, independente da escrita produzem história; Qual a divisão da pré-história? Fale sobre os     períodos.
5-Sobre a Civilização Egípcia:
A-  Explique esta frase: "O Egito é uma dádiva do Nilo" ,
B- Como o historiador grego apresentava a importância do rio Nilo e dos camponeses?
Quais as principais características da religião no Egito antigo?
6-As punições do Código de Hamurábi eram iguais para toda a população? Apresente exemplo que comprovam a resposta.
7-Explique:
a- grupos sedentários         b-artefato líticos
8-A China constitui uma das culturas mais antigas da história, que se desenvolve há aproximadamente 5 mil anos. A época histórica mais antiga sobre a qual os conhecimentos são bastante precisos. Foram eles , segundo a tradição , os responsáveis por introduzir  as heranças culturais,  Quais as heranças culturais da China?
9-Apresente informações comparativas entre as cidades de Atenas X Esparta.
10-Fale sobre os jogos olímpicos da Grécia Antiga e do mundo Moderno.
11- No texto "Tudo vale em busca do voto", Quais são os pontos centrais do texto sobre as eleições na política romana?

12-Atribui-se ao estudioso Filo de Bizâncio, em 225 a.C. a autoria da lista da sete maravilhas do Mundo Antigo, Fale sobre elas.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O que é reforma política?

É um conjunto de propostas de leis e regulamentações para alterar certos aspectos do nosso sistema político. Ela tem vários objetivos, como facilitar a participação da população na política, diminuir a corrupção ou reduzir os gastos públicos. Porém, não há consenso sobre exatamente quais propostas fazem parte dessa iniciativa - ou mesmo se elas são necessárias ou se dariam certo. Por isso, ela tem causado debates tão intensos. Confira a seguir alguns pontos em que "as regras do jogo" podem mudar.
 Quem paga a conta?
Programas de TV, faixas, eventos, equipes de apoio. Candidatar-se a um cargo não sai barato. Hoje, campanhas são financiadas por doações de cidadãos, de empresas e do fundo partidário, uma "poupança" alimentada com grana pública. Há quem defenda que partidos devam receber só desse fundo ou de doações civis
PRÓS: O fim da doação de empresas diminui o "rabo preso": a necessidade de recompensá-las com vantagens após a eleição
CONTRAS: Só recebe o fundo quem já tem representantes eleitos. Partidos novos ou pequenos ganhariam pouco e teriam dificuldades em fazer campanha
 Largando o osso
Em 1997, o Congresso aprovou a Emenda da Reeleição durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Ela permite que presidente, governadores e prefeitos emendem dois mandatos. O fim desse "combo" poderia ser compensado com um mandato de cinco anos, em vez de quatro
PRÓS: Quem for eleito irá se concentrar em cumprir bem seu governo, sem dividir sua atenção com uma possível campanha de reeleição. Além disso, alternância no poder permite diferentes pontos de vista para lidar com os problemas do país
CONTRAS: Cinco anos pode ser pouco para implementar mudanças a longo prazo
 Lugar de mulher
As mulheres são mais da metade da população brasileira, mas ocupam menos de 10% do Congresso Nacional. Por isso, alguns partidos defendem uma cota feminina mínima no Poder Legislativo - algumas propostas sugerem reservar 30% das vagas para elas
PRÓS: Maior igualdade de gêneros e representatividade
CONTRAS: Com essa reserva, um homem com mais votos (ou seja, em teoria, com maior apoio da população) pode perder a vaga para uma mulher menos votada
Só com nome na lista
Para a seleção de vereadores e deputados, propõe-se o sistema proporcional com lista fechada: cada partido ranqueia seus candidatos em uma lista. As vagas que a sigla obtiver serão preenchidas nessa ordem. Ou seja: se, pela proporção de votos, ela conquistou duas cadeiras, entram o primeiro e o segundo dessa relação
PRÓS: Os eleitores já sabem quem irá ocupar as vagas disponíveis antes de votar. Assim, escolhem pelo partido
CONTRAS: Os partidos investiriam mais em "puxadores de votos" (incluindo celebridades que nem sempre sacam de política). Candidaturas menores não teriam chance
 Cada um por si
Hoje, há 32 partidos. A maioria é adepta de um sistema de troca: cedem seu tempo no horário político na TV para siglas maiores, por exemplo, e depois são recompensados com cargos ou ministérios. Por isso, há a proposta de proibir coligações nas eleições proporcionais
PRÓS: Fim dos "acordos de cavalheiros" e maior clareza nas ideologias partidárias
CONTRAS: Como o tempo na TV é distribuído segundo o total de vagas de cada partido na Câmara dos Deputados, seria quase impossível um partido novo entrar em contato com o público em larga escala, ganhar eleições e crescer

Vai quem quer
A Constituição de 1988 criou o voto obrigatório como modo de "educar" o brasileiro, desacostumado com eleições após 21 anos de Ditadura. Mas, em países como EUA, Alemanha e Inglaterra, o voto é facultativo
PRÓS: Ninguém mais votaria "só pra cumprir tabela". Iria às urnas só quem realmente se interessa por política e pensou bem sobre quem está elegendo. As campanhas teriam de focar mais em propostas
CONTRAS: O processo democrático pode acabar nas mãos de poucos - só os privilegiados,mais bem-educados, com mais tempo e acesso a informação
 Barrados no baile
Nas últimas eleições, 28 partidos obtiveram uma cadeira no Congresso. Você sabe as diferenças entre as propostas de cada um deles? Para diminuir esse número tão especulativo, pode ser criada uma cláusula de barreira: só entra no Poder Legislativo quem conseguir uma porcentagem mínima de votos nacionais (5%, por exemplo)
PRÓS: Fim da criação de partidos só para "vender apoio"
CONTRAS: Partidos pequenos teriam dificuldade de atingir os 5%. Sem eleger ninguém, teriam menos exposição diante da população e não conseguiriam crescer, criando um círculo vicioso
 Tô na área!
Outra sugestão é a adoção do voto distrital. Para as eleições, os estados e as cidades seriam divididos em pequenos distritos. Quem mora ali votaria em um candidato selecionado especificamente para aquela área. A eleição seria direta até para deputados e vereadores: quem tiver mais voto ganha. Hoje, ela é proporcional ao total de votos dos candidatos do partido
PRÓS: Aproximar diretamente o político eleito e a comunidade que ele representa
CONTRAS: No modelo "distritão", só o mais votado é eleito, o que favoreceria os mais ricos e poderosos
 O BRASIL PRECISA DE REFORMA POLÍTICA?
Sim
"O sistema está esgotado. Os contornos do modelo atual foram desenhados na década de 30. Desde lá, o Brasil evoluiu imensamente. Tal como se encontra, o sistema proporcional peca pela dificuldade de compreensão, o que o torna pouco transparente."
Não

"O problema é: mudar para qual direção? Há consenso de que as instituições funcionam mal, mas o que seria o bem? Depende de quem olha para o problema, dos interesses em jogo, dos riscos que as novas regras trarão.”
A RESISTÊNCIA JUDAICA 


Apesar dos judeus haverem sido as principais vítimas dos nazistas, eles também lutaram contra a opressão de diversas formas, tanto coletiva quanto individualmente. As unidades organizadas de resistência armada [OBS: Partisans é o nome que se dá aos que lutaram naquelas unidades] eram a forma mais potente de oposição judaica às políticas nazistas nas áreas da Europa ocupada pela Alemanha. Civís judeus tomaram em armas contra os nazistas em mais de cem guetos na Polônia e nas áreas da União Soviética ocupadas pelos alemães. No caso de resistência mais conhecido--o Levante do Gueto de Varsóvia-- os judeus daquele gueto, em abril/maio de 1943, apesar de sua enorme desvantagem, revoltaram-se contra os nazistas, e atacaram os tanques alemães com coquetéis molotov, granadas de mão e utilzaram várias tipos de armas de pequeno porte. Apesar de sua superioride em armamentos e número de soldados bem alimentados, as forças alemãs levaram cerca de um mês para conseguirem reprimir totalmente aquela rebelião. Os prisioneiros judeus também se rebelaram contra os guardas de três campos de extermínio: Treblinka, Sobibor e Auschwitz-Birkenau. Em Treblinka, em agosto de 1943, e em Sobibor, em outubro de 1943, prisioneiros com armas roubadas dentro dos campos atacaram seus algozes, mas os alemães e seus colaboradores assassinaram a maior parte dos rebeldes. Em outubro de 1944, em Auschwitz-Birkenau, os prisioneiros rebelaram-se contra seus guardas. Cerca de 250 prisioneiros morreram durante o combate, e os guardas das SS atiraram em outros 200 depois do motim já haver sido controlado. Em muitos países, seja os ocupados pelos alemães ou as nações a eles aliadas, a resistência judaica foi focalizada na ajuda e no resgate de pessoas presas, escondidas ou ameaçadas. Por toda a Europa ocupada pela Alemanha, os judeus auxiliavam os perseguidos a encontrarem esconderijos ou alimentos e a obterem falsos documentos de identidade que poderiam salvar suas vidas. Em 1944, as autoridades judaicas na área do Mandato Britânico conhecida como Palestina, nome imposto pelos romanos para humilhar os judeus na antiguidade, enviaram para-quedistas clandestinos à Hungria e à Eslováquia para auxiliar os judeus que lutavam na clandestinidade. Dezenas de milhares de judeus lutaram como membros de movimentos nacionais de resistência na Bélgica, França, Itália, Polônia, Iugoslávia, Grécia e Eslováquia, bem como nas unidades de partisans soviéticos. Os judeus nos guetos e campos também fizeram frente à opressão nazista através de diversas formas de resistência espiritual, realizando esforços conscientes para preservar a história e a vida em comunidade do povo judeu. Aqueles esforços incluíam a criação, ainda que absolutamente precária, de instituições culturais judaicas, a observação de seus feriados e rituais religiosos, a promoção da educação clandestina, a publicação de jornais da resistência, bem como a coleta e ocultamento de documentação relativa aos membros e instituições judaicas do local.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

LITERATURA

Manuel Antônio Álvares de Azevedo, nasceu aos 12 de setembro de 1831, em São Paulo. Matriculou-se no curso de Direito em 1848 e deu início à produção literária, ao passo que começou a sentir os primeiros sintomas de tuberculose.

Alguns dizem que o autor teve uma vida boêmia e para outros, uma vida casta. Contudo, suas poesias mostram uma idéia fixa em sua própria morte, provavelmente por saber do estado de saúde em que se encontrava. Entretanto, o poeta também passou pela experiência da morte prematura do irmão e de seus colegas de faculdade.

Inspirado pela literatura de Lord Byron e Musset, Álvares de Azevedo impregnou suas poesias com ares sarcásticos e irônicos e com idéias de autodestruição, morte, dor e de uma visão de amor irreal e idealizado por donzelas virgens. Além disso, seus poemas de temáticas de frustração e sofrimento ganham um ar melancólico por lembranças da infância, da mãe e da irmã.

Álvares de Azevedo parecia viver uma dualidade de sentimentos que são transpassadas para sua literatura: ora é meigo e sentimental, ora é mordaz e trágico. Por ter o pessimismo como âncora de seus poemas, foi considerado o responsável pelo “mal do século”, caracterizado pelo sentimento melancólico e pelo desencanto.

Em 1851, a idéia de que a morte era certeira em sua vida, começou a escrever cartas à mãe, à irmã e aos amigos certificando-os do seu inevitável destino.

Sua temática voltada à morte pode ser considerada também como um refúgio, uma fuga da realidade conturbada que vivia e da relação com o mundo que o cercava, o qual lhe dava sensação de impotência.
O poeta desejou tanto a morte que morreu ainda jovem, aos 20 anos, a 25 de abril de 1852.

Veja o trecho do poema “Lembrança de morrer” que mostra nitidamente o desejo macabro do autor pela morte:

Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nenhuma lágrima
Em pálpebra demente.
E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste passamento.
(...)
Só levo uma saudade... é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe, pobre coitada,
Que por minha tristeza te definhas!
De meu pai... de meus únicos amigos,
Pouco - bem poucos... e que não zombavam
Quando, em noites de febre endoudecido,
Minhas pálidas crenças duvidavam.
(...)
Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo...
Ó minha virgem dos errantes sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
Foi poeta - sonhou - e amou na vida.
Sombras do vale, noites da montanha
Que minha alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado,
E no silêncio derramai-lhe canto!
Mas quando preludia ave d’aurora
E quando à meia-noite o céu repousa,
Arvoredos do bosque, abri os ramos...
Deixai a lua pratear-me a lousa!

Obras: Poesia : Lira dos vinte anos (1853); Conde Lopo (1866)
Conto: Noite na taverna (1855)
Teatro: Macário (1855)

Nas décadas de 50 e 60 do século XIX, durante o Romantismo, jovens poetas universitários de São Paulo e Rio de Janeiro reuniram-se em um grupo, dando origem à poesia romântica brasileira conhecida como Ultrarromantismo.
Essa geração foi influenciada pelo escritor inglês Lord Byron – sendo assim também conhecida como “geração byroniana”, cujo estilo de vida era imitado.
O Ultrarromantismo se caracteriza pelo pessimismo, sentimento de inadequação à realidade, ócio, desgosto de viver, essa geração sentia-se “perdida”, não tinha nenhum projeto no qual se apegar.
O apego a bebida, ao vício, atração pela noite e pela morte caracterizava o “mal-do-século”, características presentes nas obras do principal representante: Álvares de Azevedo, acrescentando temas macabros e satânicos. A tendência contou ainda com Cassimiro de Abreu, Fagundes Varela e Junqueira Freire.
Os Ultrarromânticos não se apegavam aos temas e posturas do Romantismo (nacionalismo e indianismo) pelo contrário, os desprezavam, mas o subjetivismo, o egocentrismo e o sentimentalismo foram bastante acentuados.

São recursos usados pelo falante para realçar a sua mensagem.
1) ELIPSE – ZEUGMA
Veja os exemplos:
1-Na estante, livros e mais livros.
2-Ele prefere um passeio pela praia; eu, cinema.
No 1º exemplo temos uma elipse, já no 2º, a figura que aparece é o zeugma.
A elipse consiste na omissão de um termo que é facilmente identificado.
No exemplo 1, percebemos claramente que o verbo “haver” foi omitido.
No exemplo 2, ocorre zeugma, que é a omissão de um termo que já fora expresso anteriormente.
“Ele prefere um passeio pela praia;eu, (prefiro) cinema.”(Não houve necessidade de repetir o verbo, pois entendemos o recado).
Na oração: “Ela cantou uma canção linda!”, houve o emprego de um termo desnecessário, pois quem canta, só pode cantar uma canção.
Na famosa frase: “Vi com meus próprios olhos.”, também ocorre o mesmo.
Pleonasmo é a repetição de idéias
Exemplos:
Correm pelo parque as crianças da rua.
Na escada subiu o pintor.
As duas orações estão na ordem inversa.
O hipérbato consiste na inversão dos termos da oração.
Na ordem direta ficaria:
As crianças da rua correm pelo parque.
O pintor subiu na escada.
É a falta de nexo que existe entre o início e o fim de uma frase.
Dois gatinhos miando no muro, conversávamos sobre como é complicada a vida dos animais.
Novas espécies de tubarão no Japão, pensava em como é misteriosa a natureza.
5) SILEPSE
É a concordância com a ideia e não com a palavra dita.
Pode ser: de gênero, número ou pessoa.
SILEPSE DE GÊNERO (masc./fem.)Vossa Excelência está admirado do fato?
O pronome de tratamento “Vossa Excelência” é feminino, mas o adjetivo “admirado” está no masculino. Ou seja, concordou com a pessoa a quem se referia (no caso, um homem).
Aqui temos o feminino e o masculino, logo, silepse de gênero.
SILEPSE DE NÚMERO (singular/plural)
Aquela multidão gritavam diante do ídolo.
Multidão está no singular, mas o verbo está no plural.
“Gritavam” concorda com a ideia de plural que está em “multidão”.
Mais exemplos.
A maior parte fizeram a prova.
A grande maioria estudam uma língua.
SILEPSE DE PESSOA
Todos estávamos nervosos.
Esta frase levaria o verbo normalmente para a 3ª pessoa (estavam - eles) mas a concordância foi feita com a 1ª pessoa(nós).
Temos aqui 2 pessoas ( eles e nós ) logo, silepse de pessoa.
Mais exemplos:
As duas comemos muita pizza.(elas – nós)
Todos compramos chocolates e balas.(eles – nós)
Os brasileiros sois um 
povo solidário. (eles – vós)
Os cariocas somos muito 
solidários.(eles – nós)
1-Aquele homem é um leão.
Estamos comparando um homem com um leão, pois esse homem é forte e corajoso como um leão.
2-A vida vem em ondas como o mar.
Aqui também existe uma comparação, só que desta vez é usado o conectivo comparativo: como.
O exemplo 1 é uma metáfora e o exemplo 2 é uma comparação.
Exemplos de metáfora.
Ele é um anjo.
Ela uma flor.
Exemplos de comparação.
A chuva cai como lágrimas.
A mocidade é como uma flor.
Metáfora: sem o conectivo comparativo.
Comparação: com o conectivo (como, tal como, assim como)
Aqui também existe a comparação, só que desta vez ela é mais objetiva.
Ele gosta de ler Agatha Christie.
Ele comeu uma caixa de chocolate.
(Ele comeu o que estava dentro da caixa)
A velhice deve ser respeitada.
Pão para quem tem fome.(“Pão” no lugar de “alimento”)
Não tinha teto em que se abrigasse.(“Teto” em lugar de “casa”)
8) PERÍFRASE - ANTONOMÁSIA
A Cidade Maravilhosa recebe muitos turistas durante o carnaval.
O Rei das Selvas está bravo.
A Dama do Suspense escreveu livros ótimos.
O Mestre do Suspense dirigiu grandes clássicos do cinema.
Nos exemplos acima notamos que usamos expressões especiais para falar de alguém ou de algum lugar.
Cidade Maravilhosa: Rio de Janeiro
Rei das Selvas: Leão
A Dama do Suspense: Agatha Christie
O Mestre do Suspense: Alfred Hitchcock
Quando usamos esse recurso estamos empregando a perífrase ou antonomásia.
Perífrase, quando se tratar de lugares ou animais.
Antonomásia, quando forem pessoas
A catacrese é o emprego impróprio de uma palavra ou expressão por esquecimento ou ignorância do seu real sentido.
Sentou-se no braço da poltrona para descansar.
A asa da xícara quebrou-se.
O pé da mesa estava quebrado.
Vou colocar um fio de azeite na sopa.
10) ANTÍTESE
Emprego de termos com sentidos opostos.
Ela se preocupa tanto com o passado que esquece o presente.
A guerra não leva a nada, devemos buscar a paz.
11) EUFEMISMO
Aquele rapaz não é legal, ele subtraiu dinheiro.
Acho que não fui feliz nos exames.
O intuito dessas orações foi abrandar a mensagem, ou seja, ser mais educado.
No exemplo 1 o verbo “roubar” foi substituído por uma expressão mais leve.
O mesmo ocorre com o exemplo 2 , “reprovado “ também foi substituído por uma expressão mais leve.
12) IRONIA
Que homem lindo! (quando se trata, na verdade, de um homem feio.)
Como você escreve bem, meu vizinho de 5 anos teria feito uma redação melhor!
Que bolsa barata, custou só mil reais!
É o exagero na afirmação.
Já lhe disse isso um milhão de vezes.
Quando o filme começou, voei para casa.
Atribuição de qualidades e sentimentos humanos a seres irracionais e inanimados.

A formiga disse para a cigarra: ” Cantou...agora dança!”