REVOLUÇÃO
CONSTITUCIONALISTA DE 1932
No dia 9 de julho de 1932, eclodiu o
movimento armado sob a liderança militar dos generais Isidoro Dias Lopes de São
Paulo e Bertoldo Klinger de Mato Grosso, que apesar de ter sido destituído de suas
funções pelo Governo Provisório compareceu para participar do movimento armado,
a liderança civil ficou com Pedro de Toledo.
Sem dúvida alguma, o movimento de 1932 foi
um dos mais recentes gritos de revolta dos paulistas que a exemplo de seus antepassados
quiseram uma Pátria livre.
De nossa região partiram homens de fibra,
que não visavam o ganho pessoal mas sim o coletivo, homens que não fugiram ao
chamado e consequentemente as adversidades pois assim como em todos os
movimentos existem as traições e com este não foi diferente. Pois quem dizia
apoiar o movimento de última hora abandonou os paulistas, mesmo com uma
desvantagem numérica resistiram bravamente.
Em meados de setembro, percebendo que o
movimento se enfraquecia apesar da luta renhida, o general Bertoldo Klinger
enviou ao governo provisório uma proposta de armistício. No dia 29 de setembro,
chegaram a um contato, mas não saiu o acordo. Muitos paulistas eram contrários
a qualquer forma de acordo, mas não saiu o acordo mas toda resistência fora
inútil. A guerra acabou, morreram 633 paulistas sendo que 9 deles eram da
região de Franca, durante o conflito.
Franca não se esqueceu de seus filhos, o
cortejo fúnebre contou com a participação de grande parte da população
francana, fora isso existe a praça nove de julho e no cemitério da Saudade
existe o mausoléu do Soldado Constitucionalista de 1932.
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