quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A escalada do sofrimento dos refugiados
POR ANGELIna jolie
KHANKE, Iraque — Desde 2007 já estive no Iraque cinco vezes e nunca vi sofrimento maior como o que testemunhei dessa última vez. Fui visitar os campos e assentamentos informais onde iraquianos desalojados e refugiados sírios chegam, desesperados em busca de abrigo e proteção contra a luta que toma conta das regiões onde vivem. Em quase quatro anos de guerra, quase metade da população da Síria, que é de 23 milhões de habitantes, teve que se deslocar. Dentro do Iraque, mais de um milhão fugiu do conflito e do terror impostos pelos grupos extremistas. Essas pessoas são testemunhas de uma brutalidade inominável. Seus filhos não podem estudar, elas lutam para sobreviver e se veem cercadas de violência por todos os lados. Há vários anos visito os acampamentos e todas as vezes procuro me sentar com os moradores e ouvir suas histórias. Tento dar todo o apoio que me é possível, dizer algo que mostre solidariedade e oferecer uma diretriz, alguma referência de esperança – mas desta vez não encontrei palavras. O que dizer a uma mãe, com lágrimas nos olhos, que fala da filha que está nas mãos do Estado Islâmico e confessa que preferia estar com ela? Mesmo que fosse estuprada e torturada, afirma, seria melhor do que não ter a menina ao seu lado. O que dizer a uma garota de treze anos que descreve os galpões onde ela e outras ficaram e de onde eram tiradas, três por vez, para serem estupradas pelos homens? Quando seu irmão descobriu, se matou. Como articular alguma coisa quando uma mulher da minha idade me olha nos olhos e diz que viu a família ser morta na sua frente e agora vive só com um mínimo aceitável de comida para sobreviver? Em uma das barracas, conheci oito irmãos. Órfãos. O pai foi morto, a mãe desapareceu, provavelmente feita refém. O rapaz de 19 anos é o que sustenta a todos. Quando comento que é muita responsabilidade para alguém tão jovem, ele só sorri e põe o braço no ombro da irmã caçula. Afirma que se sente agradecido pela oportunidade de trabalhar e ajudar. E é sincero. Ele e sua família são a esperança de algum futuro. São fortes e determinados contra todas as expectativas. Nada prepara a gente para a realidade de tanto sofrimento individual, para as histórias de dor e morte, o olhar traumatizado e faminto das crianças. Quem pode culpá-los por acharem que desistimos deles? Estão recebendo uma fração da ajuda humanitária de que necessitam. Não houve nenhum avanço nas tentativas de acabar com a guerra na Síria desde que as negociações de Genebra fracassaram, há um ano. O país arde em chamas e várias regiões do Iraque estão em conflito. As portas de muitas nações se fecharam. Não há a quem recorrer. Os países vizinhos da Síria precisam receber um volume de assistência muito maior para suportar o fardo insustentável de milhões de refugiados. As iniciativas humanitárias da ONU sofrem de uma carência drástica de fundos. As nações fora da região devem oferecer proteção para os mais vulneráveis se reerguerem – as vítimas de estupro e tortura, por exemplo. Acima de tudo, porém, a comunidade internacional tem que encontrar um caminho para o acordo de paz. Não basta defender nosso valores em casa, nos nossos jornais e nas nossas instituições; é preciso fazê-lo nos campos de refugiados do Oriente Médio e nas cidades fantasmas, em ruínas, da Síria.

Angelina Jolie é diretora, enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e uma das fundadoras da Iniciativa de Prevenção da Violência Sexual.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PÁTRIA AMADA

MINHA PÁTRIA, MEU AMOR COMO ANDO SOFRENDO COM TUDO QUE ANDA LHE ACONTECENDO.
ESCRAVIDÃO E RACISMO
Prof. José Maria de Oliveira Junior

A escravidão humana existe há muito... Desde o século 20, a mídia vem denunciando inúmeros casos de trabalho escravo em todo o mundo e principalmente no Brasil. Aliás, essa é uma luta permanente que exige a participação de todos. De outro lado, qualquer forma de escravidão oprime os seres humanos. No século 16, ante suas necessidades capitalistas, as coroas ibéricas, Portugal e Espanha, deram início ao sequestro de africanos para suas colônias da América. Esse comércio é o que chamamos de tráfico negreiro. Cerca de 10 milhões de cativos foram trazidos para a América. Para o Brasil 5 milhões. O objetivo dos portugueses era suprir o problema de mão-de-obra. Entre nós, a escravidão durou 400 anos. Bem, a liberdade veio com a Lei Áurea, de 13 de maio de 1888. Pois bem, os ex-escravos não foram indenizados... Foram abandonados e substituidos pela mão de obra branca (os imigrantes europeus). Na realidade, isso explica, em parte, porque o negro forma o seguimento mais pobre da sociedade. Por outro lado, a herança da escravidão e o racismo permaneceram... Isso ocorre, no dia a dia, pela reprodução das relações de desigualdade e a falsa ideia de superioridade dos brancos. É preciso abrir os olhos para a realidade dos fatos, vivemos num país em que predomina a desigualdade social entre negros e os demais segmentos. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) a violência policial contra o negro é duas vezes maior que em brancos.
Mesmo com a Lei Áurea as coisas, ainda, não mudaram... O racismo permanece. São muitos os casos de preconceito no Brasil e no mundo. Dentro dos gramados há racismo também: Tinga (Cruzeiro), Aranha (Santos) e Daniel Alves (Barcelona), e principalmente dentro das escolas hora os alunos praticanco bulling contra os alunos negros, e até mesmo professores que discriminização o aluno negro. O fato é que esses episódios não são banais. Como se viu, o Brasil tem uma imensa dívida social com os negros. Por isso, as cotas são necessárias por um tempo. Somos o país das diferenças e das desigualdades. Uma coisa é clara: precisamos aprender a conviver com as diferenças étnicas e culturais, coisa que ficou bem clara na ultima eleição ára presidente. Finalmente, sem o respeito às diferenças não é possível existir uma sociedade democrática, justa e igualitária, no que se refere a direitos e deveres para todos. É absurdo imaginar que, neste século, ainda, perdure a discriminação cultural e religiosa contra os negros. Um detalhe importante: a abolição foi um longo processo de luta, incansável, de negros, de abolicionistas e da Inglaterra, que pressionou o governo brasileiro com a Lei Bill Abeerden, de1845.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

DESCRIÇÃO DE TODAS AS FOTOS DE FRANCA DE ANTIGAMENTE 2

FOTOS DOS PRINCIPAIS PRÉDIOS EXISTENTES EM FRANCA


            01- Mercado Antigo(1920).
            Rua General Telles, o antigo grupo escolar ao fundo.

            02- Mercado Municipal (1930).

            03- Mercado Municipal (1930).
            Situado em frente ao Grupo Escolar Cel. Francisco Martins, na atual Praça João de Lima.
           
            04- Mercado Municipal.

            05- Mercado Municipal (1924).

            06- Mercado Municipal (1924).

            07- Mercado Municipal.

            08- Antigo Matadouro (1927).
            Vê-se ao centro o Sr. Fiori Dermínio. Em 1923, no bairro de Miramontes foi construído o Matadouro da cidade, na honrada gestão do Capitão Joaquim de Paula Costa.

            09- Antiga Casa Hygino Caleiro & Sandoval (1961).
            ANTOGA CASA HYGINO CALEIRO SANDOVAL – Simão de Oliveira Caleiro, o tronco primitivo de uma tradicional família paulista, chegou de Portugal nos fins do século passado e nas terras dadivosas da Franca, principiou a sua vida comercial em 1881.
            Hygino de Oliveira Caleiro, um dos filhos de Simão, nascera em terras francanas e desde a sua tenra idade, mostrou também seus pendores para o comércio. Apesar de Hygino de Oliveira Caleiro, em um certo período de sua vida, dirigindo para uma lavoura, percebeu que o comércio era a sua verdadeira vocação.
            Foi então que ao ter vendido suas propriedades agrícolas, reintegrou-se novamente (1892) na firma comercial que há anos havia dirigido.
            Nesta época, a Organização da qual fazia parte, denominava-se Hygino Caleiro & Sandoval. Em 1918, Hygino de Oliveira Caleiro, ficava como único proprietário, tendo então seu sócio se retirado da sociedade.
           
            10- Edifício da Cadeia e Delegacia (1927).
            Edifício datado de 1913, situado na rua Major Claudiano, esquina com a rua Tiradentes. Aspecto original.

            11- Cadeia da rua Major Claudiano.
            Já reformada. Até hoje é utilizada, ainda que destuídas suas características iniciais.
            EDIFÍCIO DA CADEIA – 1935 – Na Rua Major Claudiano, esquina com a Rua Tiradentes, já reformada e com as suas características iniciais modificadas, mas tem ainda a mesma função.

            12- Antigo Teatro Santa Maria (1935).
            Era um teatro que tinha a platéia separada da gabina de operações.

            13- Antigo Teatro Santa Maria (1935).
            Situado na rua Marechal Deodoro, próximo a rua do Ouvidor, que foi palco de grandiosos espetáculos.
            O prédio foi erguido pela empresa cinematográfica Muniz & Cunha. Em 1924, foi concluído o novo edifício do Teatro Santa Maria com capacidade para 1400 pessoas.
            Os seus camarotes tornaram-se então centros convencionais de reuniões da elite francana.

            14- Agência de Correios e Telégrafos.
            1943- Lançamento da pedra fundamental.
            1945- Inauguração.
            Agência dos Correios e Telégrafos: Franca, a única cidade escolhida para a construção de um Palácio Postal. Este edifício foi construído no local do velho Grupo Escolar “Coronel Francisco Martins”, na Praça 09 de Julho.

            15- Centro de Saúde
            Foi entregue pelos Srs. Engenheiros da Firma Azeredo, de São Paulo, responsável pelo acabamento dos pavilhões de que se compõe o magnífico edifício do Centro de Saúde local. Foram entregues as chaves do próprio público ao Sr. Prefeito Municipal, Dr. Onofre Sebastião Gosuen.
            A efetivação do termo de entrega verificou-se na tarde de sexta-feira, dia 16 de abril de 1956, e em nome da Prefeitura Municipal que se fazia acompanhar pelo secretário Sr. João Antônio Fonseca.
            Está assim confiado à guarda do povo de Franca, mais um grande edifício do Estado, que se destinará a acolher em suas dependências todo o aparelhamento e recursos sanitários possíveis, dotando assim nossa cidade de um magnífico serviço de assistência médico-sanitária.
            O edifício do Centro de Saúde é um dos maiores e melhores do Estado de São Paulo. Iniciado na gestão do Dr. José Guerriéri de Rezende, recebe-o agora o atual Prefeito Dr. Onofre Sebastião Gosuen.
            O serviço de ajardinamento da Praça que fica ao redor do mesmo, foi iniciado pela Prefeitura sob orientação do Dr. Antônio Barbosa Filho, e brevemente também será terminado.
                                       Jornal Diário da Tarde- 20/03/1956 – 1ª página.


            16- Cadeia de Franca (1896).
            A Cadeia de franca inaugurada em 1986, cujo projeto é atribuído a Victor Dubugras. Atualmente funciona as instalações do Museu Histórico Municipal “José Chiachiri”.


            17- Fórum e Cadeia (1898).
            18- Prefeitura e Câmara Municipal ( Antigo Paço Ruy Barbosa).

            19- Museu Histórico José Chiachiri.

            20- Antiga prefeitura de Franca, hoje Museu Histórico.
            Antiga cadeia (1900), hoje funciona o Museu Histórico Municipal “José Chiachiri”.
            Antiga Prefeitura de Franca, hoje funcionando o Museu que foi criado pela Lei Municipal 656, de 13/09/1957, instalado em sede provisória a 09/03/1959 e instalado definitivamente em sede própria, 28/11/1970.
            O Museu Histórico Municipal “José Chiachiri”, é considerado como o melhor e mais bem instalado do interior paulista, ocupando prédio próprio e característico, de estilo normando.

            21- A primeira Empresa de Força e Luz em Franca (1910).
            A sede primitiva da Empresa de Força e Luz de Franca, Ignorra & Cia Ltda, cuja usina montada na cachoeira do Mosquito (Fazenda Santa Hilda), foi inaugurada em 1904, ficava na rua General Carneiro esquina da rua Major Claudiano. Ao fundo vê-se o prédio de Torrefação de Café de Julião Vitório, hoje Banco do Brasil.
            Em 1884, o serviço de iluminação da cidade de Franca era feito por meio de lampiões que funcionavam a querosene ou carbureto.
            O concessionário do serviço fazia contrato com a Câmara, e de acordo com o mesmo obrigava-se a fornecer o combustível e os pavios dos lampiões.
            Foto oferecida por Zé Ovinho.
            (Revista Vila Franca de Abril de 1962, página 208).

            22- A primeira Empresa de Força e Luz em Franca (1904).

            23- Instalações da rede elétrica em Franca.
           
            24- Antiga Empresa de Força e Luz em Franca.
            A empresa Força e Luz: 1910. a sede primitiva desta Empresa, propriedade de Ignácia S Cia Ltda, foi inaugurada em 1904. Ficava na rua General Carneiro, esquina da Rua Major Claudiano, ao fundo vê-se o prédio da Torrefação de Café de Júlio Vitório, hoje sede do Banco do Brasil.

            25- Prédio anterior da Caixa Econômica Estadual.
            Rua General Carneiro, esquina com a rua Major Claudiano, onde hoje funciona a Cia Paulista de Força e Luz. Vê-se ao fundo, o prédio que existiu anteriormente, a Caixa Econômica Estadual. Ano 1960.

            26- Instalações da rede elétrica, em Franca.
           
            27- Hotel Francano (1954).
            Praça D. Pedro II, com o Hotel Francano, foi um dos mais luxuosos hotéis do interior do Estado, estava na época em que foi demolido, sob direção do Sr. Antônio José Junior.



            28- Hotel Francano (1966).
           
            29- Construção Antiga (1940).
            Construção antiga entre as ruas Monsenhor Rosa e Major Claudiano, onde funcionou a antiga Cia. de Força e Luz e a Caixa Econômica.

            30- Antiga Construção (1940).
            Edifício da CPFL, 1940. situado na travessa da Maçonaria, hoje rua Cel. André Martins, entre as ruas Monsenhor Rosa e Major Claudiano, ficou esta obra iniciada em meados de 1927, ficando parada por muito tempo.
            Era destinada à CPFL e mais tarde foi aproveitada pela Caixa Econômica Estadual, que foi inaugurada em 1952.

            31- Esboço do Banco Arthur Scatena (1950).

32-  Caixa Econômica Estadual.
Rua Major Claudiano. Em 01 de julho de 1944, o Sr. Ulisses Miranda, regressou da capital do estado, onde fora assinar a escritura definitiva de aquisição do terreno destinado à localização do novo edifício próprio da Caixa Econômica Estadual. Este terreno foi ocupado pelo prédio da Sub Estação transformadora da Cia Francana de Eletricidade que por motivos já conhecidos não mais seria concluído para os fins projetados. No mesmo edifício ficarão localizados outras repartições estaduais, uma obra de vulto. Franca contará com mais um prédio do governo estadual, pois a construção da Caixa Econômica do Estado já foi iniciada, no terreno existente à Travessa da Maçonaria.
            Trata-se de uma obra de vulto, cuja sondagem do terreno foi entregue aos engenheiros Rocha, Freitas & Rollim, conforme determinação da firma vencedora da concorrência pública.
            Edifício de grandes e estéticas proporções, um monumento arquitetônico de real valor, embelezando sobremaneira a nossa cidade, achava-se neste dia 17 de agosto de 1952 uma grande multidão aguardando a inauguração, o Sr. Governador de São Paulo, o Sr. Adhemar de Barros. Era prefeito da cidade de Franca o Dr. Ismael Alonso Y Alonso.

            33- Antiga Selaria de Macedo e Pacheco (1905).
            Selaria União Macedo & Cia, precursora da primeira indústria de calçados de Franca, de Carlos Pacheco Macedo (Calçados Jaguar). A selaria União, cujo sócio principal era Carlos Pacheco de Macedo.
            Doação: Ritinha Louzada. Texto extraído da Revista Sertaneja de dezembro de 1958.

            34- Barbearia Grã- Fina (1929).
            Rua General Telles, próximo ao edifício Baronesa da Franca, destacando os barbeiros que trabalhavam de terno e gravata.
            Ao centro o Sr. Nicola Maníglia, de gravata borboleta.

            35- Depositário do Guaraná Espumante.

            36- Depósito de Bebidas (1904).


            37- Fábrica de Fósforos Imperial.

            38- Confeitaria Galvanesi (1925).
            Esquina da rua do Comércio, onde se situa hoje a sede da A. A.Francana.
            Doação: Miguel Ângelo Pucci.

            39- Confeitaria Galvanesi (1925).
            Álbum nº 04 – Fotos nº 38 e 39
            PRÇA BARÃO DA FRANCA – 1905 – Confeitaria de Antônio Galvanesi, na Rua Marechal Deodoro, esquina com a Rua do Comércio.
            O JORNAL TRIBUNA DA FRANCA, edição de 08 de abril de 1909, anuncia: “Ótimo negócio, vende-se a conhecida CONFEITARIA GALVANESI, com ótima clientela” – Largo do Jardim.
            Foi adquirida por Benjamim & Cia, que ampliou o edifício com um pavimento – 1913.
            A Confeitaria Galvanesi era ponto de reunião da sociedade francana, no ano de 1900.
            Em 1957, deu lugar a outro edifício, “ARCHETTI”, onde se encontravam instalados um Banco e a sede da Associação Atlética Francana.

            40- Palacete Petraglia (1949).
            Vista do Palacete Petraglia e ao fundo a antigo Hotel Marconi. Na porta do Palacete o restaurante “Ao Bom Gosto”, Aziz Behauduni (sem paletó) e Oscar Louzada, na outra calçada Salvador Masini.
            Cruzamento da rua do Comércio com a Marechal Deodoro.

            41- Antiga Casa Zeca de Paula.
01-   Cap. José de Paula;
02-   Afonso Nogueira;
05-Vítor (antigo encanador de Franca);
06- César Teixeira;
07- Alberto Mendes.

42- Empório Central (1929).
Gêneros alimentícios. Praça Barão da Franca. Proprietário: Sr. Teófilo de Araújo Filho.

43- A Cristaleira- Loja de presentes finos.
Era localizada na rua Campos Salles, n° 274. Duas lojas em uma só organização comercial. Foi fundada em 1951, no dia 01 de abril.
A loja pertencia ao Sr. Newton Maníglia. Era uma loja muito bem montada,com artigos finos para presentes.
Depois como passar do tempo, teve uma filial especializada em brinquedos, artigos para presentes, máquinas de costura, etc. Esta loja localizava-se à Praça Nossa Senhora da Conceição, 706.
A Cristaleira, em suas atividades, viu-se na necessidade de aumentar o capital, isso em 1954, quando passou a firma à razão social de Newton Maníglia e Irmãos, entrando também como o sócio o Sr. Ernani Maníglia que acompanhou desde os primeiros dias, a evolução da loja A Cristaleira.

            44- Casa Caleiro Batista.
Praça da República (atual Sabino Loureiro), 1904.
No primeiro plano, descampado correspondente a atual Praça Sabino Loureiro, com o estabelecimento comercial Casa Caleiro Batista. À direita a rua da Estação (Voluntários da Franca).
Ao fundo, a colina central, onde realçam os edifícios da Nova Matriz, em obras, Câmara Municipal, Colégio Nossa Senhora de Lourdes e a Cadeia Nova (atual Museu Histórico).
Armazéns como os de Tomás de Souza, de Chico Júlio e de Simão Caleiro se estabeleciam dedicando-se quase que exclusivamente ao grande comércio do sal, produto extremamente necessário e reclamado pelos criadores.
A foto nos dá uma idéia do Armazém Simão Caleiro, no velho distrito francano. Sua construção, 1900, já era antiga, podendo-se avaliar o tempo e o pioneirismo desses honrados comerciantes da época na senda do progresso.


45- Escritório da fábrica de calçados Jaguar (1924).
Esta fotografia mostra o pessoal do escritório da Fábrica de Calçados Jaguar.
Nicolino Aliprandini;
Agenor Ramos da Silva;
João Menezes de Lima;
            Jerônyma Campos;
            Arnaldo Pacheco (sócio- gerente).
            Escritório da Fábrica de Calçados Jaguar, Carlos Pacheco Macedo & Cia. Situada na esquina das ruas Major Claudiano e Dr. Jorge Tibiriçá (hoje Voluntários da Franca).
            Em pé, o sócio-gerente Arnaldo Pacheco; sentados: Jerônyma Campos, João Menezes de Lima, Agenor Ramos da Silva e Nicolino Aliprandini.
            O “Jaguar”, primeiro calçado feito à máquina, em aproximadamente em 1921. Seu idealizador foi Carlos Pacheco de Macedo, que adquirindo várias máquinas no estrangeiro ampliou sua antiga selaria e sapataria mecanizando-a para a produção de calçado.
            Esta iniciativa dinâmica e esclarecida da Firma Carlos Pacheco & Cia., tornou-se pioneira no ramo e o conhecido sapatão agora elaborado por processos mais modernos, atravessa as fronteiras do Estado sob o nome de Calçados Jaguar.
            Por outro lado, o desaparecimento da fábrica “Jaguar”, liberou vários empregados já treinados, que para sobreviverem, montaram suas próprias bancas de sapataria ou então associaram-se a pessoas de recursos, adquirindo toda a maquinaria pertencente à fábrica. Três anos após o desaparecimento da fábrica “Jaguar”, surgiu a firma Honório & Cia., para a qual foi contratado o francano Hercílio B. de Avelar, antigo empregado daquele estabelecimento e conhecedor profundo da maquinaria do calçado.



            46- Usina Santo Antônio (1944).
            Produtora de algodão.



            47- Usina Santo Antônio.
            Produtora de algodão.

            48- Indústria Francana.
            Vista de uma pequena parte da cidade, destacando-se uma indústria francana.

            49- Indústria Francana.

            50- Hotel Francano.
            O prédio se localizava na praça D. Pedro II. Foi inaugurado em 07/09/1928 e demolido em 1981. Era conhecido como o melhor hotel do Estado de São Paulo.

            51- Hotel Francano.
            Plantado no centro da Praça em 1928. Pode-se perceber o cuidado com os jardins, bem como a Santa Casa ao fundo.
            Apesar dos protestos, o Hotel foi demolido para erguer-se uma agência bancária, símbolo do desrespeito ao patrimônio cultural.
            Foto: Gallo.

            52- Antiga Cadeia (1900).
            Hoje, Museu Histórico Municipal “José Chiachiri”.

            53 – Edifício da Cadeia e Forum – 1909.
            Obra de autoria de Victor Dubugras, iniciada em 1896 e concluída em 1898. Abrigou cadeia e fórum até 19013, quando passou para Câmara Municipal e Prefeitura. A câmara saiu em 1960 e a prefeitura em 1970, quando foi ocupado pelo Museu Histórico Municipal “José Chiachiri”.

            54 – Edifício da cadeia e delegacia – 1927.
            Edifício datado de 1913, situado na Rua Major Claudiano, esquina com a Rua Tiradentes.
            O gradil e muro datam de 1927.
           
            55- Casa Bancária Andrade e Martins e Cia. (1924).
            Escritório: à frente em pé, Torquato Caleiro; sentado: Dr. Luiz de Lima, advogado.

            56- Casa Andrade Martins e Cia. Tecidos, armarinhos e outros (1924).
01-   Dr Luiz de Lima (advogado);
02-   Major Torquato Caleiro.
02/ 07/ 1924.

57- Casa Andrade Martins e Cia.
Armazém de Secos e Molhados. (1° em pé, Torquato Caleiro, 02/07/1924).
Doação. Sra. Maria de Lourdes Caleiro Carvalho, 03/03/1997.
Na foto, de 1927, vemos o interior da Casa Andrade e Cia. Ela se localizava onde funcionou a Farmácia Normal, esquina da Voluntários da Franca com a rua Major Torquato Caleiro.
Torquato Rodrigues Alves (Dedé) está à esquerda, e à direita Caleirinho.

58- Edifício do INPS.
Situado na Rua Voluntários da Franca.

59- Farmácia Léo de Leonildo Foroni- 1960.
Localizado na rua do Comércio, 555 com a Voluntários da Franca (hoje “A Especial”).

60-Interior da Farmácia Léo de Leonildo Foroni.
 Interior da Farmácia e Drogaria Léo de Leonildo Foroni, localizada na rua do Comércio, 555.

61- Cine São Luiz (1950).
Situado na Rua Marechal Deodoro. Proprietário do imóvel: José Bittar.

62- Edifício da Sociedade Italiana (1950).
Rua Voluntários da Franca. Edifício da Sociedade Italiana, Loja de Calçados Bruno Betarello, e outros estabelecimentos comerciais.

63- Caixa Econômica Estadual.
Inaugurada em 17/08/1952 na Rua Major Claudiano.


64- Casa Zuanazzi, materiais para construção.
Proprietário: Sr. Pedro Zuanazzi. Situada à rua General Carneiro, 249, onde funcionou por muitos anos a Vidraçaria Bonifa, atualmente Móveis Ouro Preto.

65- Construção do Clube dos Bagres (1953)
O Clube foi fundado em 04/09/1953.

66- Construção do Clube dos Bagres (1953).
Fundado em 04/09/1953 e situado na rua General Carneiro.

67- Clube dos Bagres.
Fundado em 04/09/1953. em primeiro plano vê-se piscinas para crianças e trampolim da piscina oficial. Em segundo plano e ao fundo vê-se o monumental “Ginásio”.

68- Clube dos Bagres.
Fundado em 04/09/1953. Em primeiro plano vê-se piscinas para crianças e parque infantil. Em segundo plano vê-se o Campo de Futebol.

69- Confeitaria Galvanesi (1957).
A famosa Confeitaria “Galvanesi” ponto de reunião do Society francano do ano de 1900, e situada na praça Barão da Franca.
Texto: Revista Sertaneja de novembro de 1957. Doação: Allan Kardec Lourenço, em 05/05/1999.

70- Salão de Festas da antiga A. E. C.
Doação Allan Kardec Lourenço: 05/05/1999.

71- Edifício Franca do Imperador (1949).
1° arranha-céu francano, em fase de construção. Oferecido pela firma incorporadora “S. A. Empreendimentos Imobiliários Bandeirantes”, no dia 22 de agosto de 1957. Localizado na esquina da Praça Nossa Senhora da Conceição e Praça Barão. Este edifício teve como arquiteto o Dr. Ary Pedro Balieiro. O edifício “ Franca do Imperador” foi para  Franca o marco de um novo tempo que surgia.








FRANCA DE ANTIGAMENTE 2